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Lá vou eu, novamente: Férias?

Fugindo do clichê e caindo de cabeça no lugar-comum, volto aqui novamente para comunicar-lhes (se é que alguém ainda visita este blog) que minhas férias voltaram de mala e cuía, o que - consequentemente - significa que terei tempo de atualizar e responder comentários. 

Quando o segundo ano do ensino médio chegou eu estava adorando a ideia de subir uma única escada todas as manhãs, já na metade do ano eu estava pedindo penico - quase que literalmente - para aguentar o esforço de subir uns míseros 20 degraus (o que na minha situação matutina é o equivalente a escalar o monte Everest), de fato até dois meses atrás eu não via a hora do ano acabar para terminar o ano seguinte e, enfim, me ver livre da escola. 

 Não sei, estou até achando um pouco precosse... Mas desses dois meses para cá, se não fossem pelas provas, vestibulares e afins, eu estava torcendo para escola não acabar. E quando eu relato essa proesa, você (leitor paraquedista que caiu no meu blog por acaso) e toda a torcida do Maracanã ficam de boca aberta com uma enorme interrogação vagando no cérebro.

Ok, é incomum, eu sei. Aconteceu que a sementinha da insegurança e do medo começou a germinar dentro do meu pobre e vazio coração. Terceiro ano: O ANO da minha vida. Ano em que todos os acontecimentos são interpretados numa escala de importância que cresce em progressão geométrica. Ano em que eu decidirei meu futuro, ano do Monstro Verde e Fedorento do VESTIBULAR.