Eu estava até animadinha para fazer esse post, uma homenagenzinha ao Tio Michael... Mas depois de tanta overdose de programa de televisão/afins sobre o dito cujo, eu estou até enjoada. Na moral, depois que morre todo mundo esquece que meses atrás estavam chamando ele de pedófilo... Ai, ai... Michael Jackson, sentimos sua falta. Que Deus esteja com você.

Viciei. Viciei total e completamente nesse seriado, não sei como eu não fiz este achado antes... Mas cara, agora que nós nos encontramos, para alguém nos separar
O seriado é um universo de ficção científica - literalmente - onde os seres humanos atingiram tamanha tecnologia que os fizeram capazes de criar uma série de robôs, os Cylons, que posteriormente desenvolveram inteligencia e se rebelaram contra seus criadores ocasionando um longo e sangrento conflito que os separou definitivamente, os Cylons partiram para outro mundo que pudessem chamar de seu. A humananidade é dividida em 12 colônias e cada uma delas possui uma Battlestar Galactica (naves construídas durante os primeiros tempos da Guerra Cylon), durante 40 anos não se tinham notícias dos Cylons até que eles reiniciam a tentativa de acabar com a raça humana, agora muito mais desenvolvidos, podendo se disfarcar de humanos, criar clones, e até pensar que são humanos.
E tudo isso recheado com a visão do paraíso: Captain Lee "Apollo" Adama (LLL)
Clarice prendeu a respiração, e abriu o livro com a mesma cautela de sempre, só que desta vez somado a essa, havia uma dose extra de ansiedade. Seus olhos grudados no papel amarelado e áspero, ela nunca imaginara que poderia se sentir tão absorvida invadindo a privacidade de alguém, ainda mais sendo este alguém uma parenta sua, uma parente que havia morrido há mais de um século...
A chuva caía pertinente lá fora, se este alguém que vos escreve fosse uma mulher romântica na flor da idade, como supostamente era para ser, estaria dizendo que o céu estava chorando, assim como a mesma.
Mas ela não é. Eu não sou.
Não existia momento mais triste que aquele para ninguém, mas eu permanecia ciente dos meus atos, calma, solícita. Como tinha que ser. Como a sociedade queria que eu fosse. Oh, eu não me rebelaria, ou faria um escândalo, ou espernearia, e não, eu não derramaria uma lágrima sequer.
“Estais sentindo-se bem, Srta. McKinnon?” Alguém quis saber.
“Oh, sim. De certo.” Eu respondi com um sorriso realmente convincente. Os anos de prática fingindo bom humor para tantos seres humanos frívolos funcionavam para alguma coisa, ainda assim, sentia-me culpada em mentir. “Sinto apenas a falta de um pouco de sol”.
Do outro lado da sala, ele permanecia atento a meu tête-à-tête com um dos gêmeos da família Prewett, não saberia dizer-te qual de ambos, amigo leitor, nunca passei tempo o suficiente pensando neles para distingui-los.
Meu olhar fixou-se mais uma vez nas enormes janelas, a chuva havia engrossado, e aquilo aumentava a minha sede por livre-arbítrio, eu queria sentir os pingos sobre o meu cabelo, libertando-me da prisão por dentro do meu corselete.
“Queira desculpar-me, Sr.” Tossi. “Sr. Prewett, sinto-me enfadada por conta do mau tempo. Espero que não se importe, mas gostaria de retirar-me para meus aposentos”.
O gêmeo Prewett não me pareceu ofendido, eu não era muito boa companhia naquele momento. Dei uma breve explicação a todos na sala, já estava subindo as escadas quando ouvi passos pouco distantes.
Não precisava de uma bola de cristal como a dos ciganos para saber quem era. Prendi a respiração e fiz o caminho oposto ao do meu dormitório, cruzei vários corredores até encontrar a porta dos fundos.
Será que finalmente teria meu desejo realizado?
A chuva caía pertinente lá fora, se este alguém que vos escreve fosse uma mulher romântica na flor da idade, como supostamente era para ser, estaria dizendo que o céu estava chorando, assim como a mesma.
Mas ela não é. Eu não sou.
Não existia momento mais triste que aquele para ninguém, mas eu permanecia ciente dos meus atos, calma, solícita. Como tinha que ser. Como a sociedade queria que eu fosse. Oh, eu não me rebelaria, ou faria um escândalo, ou espernearia, e não, eu não derramaria uma lágrima sequer.
“Estais sentindo-se bem, Srta. McKinnon?” Alguém quis saber.
“Oh, sim. De certo.” Eu respondi com um sorriso realmente convincente. Os anos de prática fingindo bom humor para tantos seres humanos frívolos funcionavam para alguma coisa, ainda assim, sentia-me culpada em mentir. “Sinto apenas a falta de um pouco de sol”.
Do outro lado da sala, ele permanecia atento a meu tête-à-tête com um dos gêmeos da família Prewett, não saberia dizer-te qual de ambos, amigo leitor, nunca passei tempo o suficiente pensando neles para distingui-los.
Meu olhar fixou-se mais uma vez nas enormes janelas, a chuva havia engrossado, e aquilo aumentava a minha sede por livre-arbítrio, eu queria sentir os pingos sobre o meu cabelo, libertando-me da prisão por dentro do meu corselete.
“Queira desculpar-me, Sr.” Tossi. “Sr. Prewett, sinto-me enfadada por conta do mau tempo. Espero que não se importe, mas gostaria de retirar-me para meus aposentos”.
O gêmeo Prewett não me pareceu ofendido, eu não era muito boa companhia naquele momento. Dei uma breve explicação a todos na sala, já estava subindo as escadas quando ouvi passos pouco distantes.
Não precisava de uma bola de cristal como a dos ciganos para saber quem era. Prendi a respiração e fiz o caminho oposto ao do meu dormitório, cruzei vários corredores até encontrar a porta dos fundos.
Será que finalmente teria meu desejo realizado?
Layout novo, em homenagem ao Gandalf Dumbledore que - infelizmente - vai ter sua morte revivida (?) ao vivo e a cores nas telas do cinema dia 17 de julho.
O menu ainda não está funcionando, porque, para variar, eu não tive tempo de mexer nele. Mas dia 26 de Junho estou entrando de férias e aí finalmente terei tempo de colocar tudo no lugar e atualizar isso aqui. Enquanto isso ainda não acontece, vou ficar estudando Binômio de Newton e Análise Combinatória para a minha prova de Matemática segunda-feira.
O menu ainda não está funcionando, porque, para variar, eu não tive tempo de mexer nele. Mas dia 26 de Junho estou entrando de férias e aí finalmente terei tempo de colocar tudo no lugar e atualizar isso aqui. Enquanto isso ainda não acontece, vou ficar estudando Binômio de Newton e Análise Combinatória para a minha prova de Matemática segunda-feira.
Não tenho nada de novo ou interessante para contar aqui, então eu vou simplesmente me humilhar e contar o que aconteceu comigo duas semanas atrás quando eu estava tentando sobreviver a uma infecção bacteriana na garganta pós-show do McFly no dia 24 de Maio.
O relógio marcava 19:00 horas e alguma coisa, não me recordo, eu estava com a cabeça enfiada no caderno de biologia tentando passar a limpo a matéria que eu tinha perdido no dia anterior por ter faltado a escola graças a minha dor de garganta, a tosse de cachorro resfriado e as dores no corpo. Era de se esperar que eu tivesse melhorado depois de tantas doses de Targifor C, Valda, Mel com Limão, Própolis, Nisulide... Mas não, a minha única saída para aliviar a dor de garganta que só aumentava com a tosse era beber água, eu tinha bebido pelo menos um botijão o dia todo, e naquele momento eu estava no meu quinto copo sem intervalo para ir ao banheiro.
- Aline, eu cheguei mais cedo para a gente ir ao médico. - Papai me informa.
- Ao médico? - Fiz uma careta. Idas ao médico... Na maioria das vezes eu só ganho uma receita para tomar mais remédios.
- É. - Ele confirmou o que eu mais temia, era como se eu fosse o Darth Vader e o Conde Dookan estivesse me obrigando a chegar perto de um vulcão, ou algo assim... Ok, péssima analogia. - Troque de roupa.
Mas que droga, e eu ainda ia ter que tirar meu pijama de flanela verde-limão e estampa de sapo (Tipo o Darth Vader tendo que tirar o pinico da cabeça e a armadura de latão).
Enfiei-me no Jeans e coloquei a minha camisa favorita (uma que tem sapatilhas de balé feitas de lantejoulas dando uma espécie de efeito 3D) desci no elevador e entrei no carro.
- Pai, eu preciso ir ao banheiro. - Eu disse quando estávamos nem na metade do caminho. - Lá tem, né?
- Tá brincado? - Ele riu. - Tem um logo na entrada.
Infelizmente eram 19:00 horas e todo mundo parecia ter resolvido ir na direção daquele hospital porque o trânsito naquela avenida-que-eu-não-sei-o-nome estava incrivelmente parado. E como se a demora já não fosse um fator agravante, todas as arrancadas do carro quando o sinal abria, ou quando o carro da frente andava, pareciam comprimir minha bexiga.
- Pai, eu bebi muita água hoje, por conta da garganta. - Eu falei com uma voz quase inaudível por conta da dor de garganta (exatamente como a voz do Darth Vader). - Eu acho que não vou aguentar.
- A gente já está chegando. - Papai disse rindo.
Ok, as semelhanças com o Darth Vader poderiam vir a calhar se ao invés de estar respirando pela boca - nariz entupido - eu estivesse com aquele penico na cabeça.
Quando finalmente chegamos ao hospital e meu pai estacionou o carro eu tentava não sentir alívio, porque minha bexiga estava tão cheia que qualquer sinal de alívio ia fazer ela despencar e eu ficar toda molhada.
- Pronto. - Papai disse abrindo a porta da recepção do hospital e apontando para uma porta. - O banheiro é ali.
Eu senti todas as pessoas sentadas na sala de espera da emergência olhando para mim.
Ah, Deus. Qual é o problema com a sensibilidade masculina?
O relógio marcava 19:00 horas e alguma coisa, não me recordo, eu estava com a cabeça enfiada no caderno de biologia tentando passar a limpo a matéria que eu tinha perdido no dia anterior por ter faltado a escola graças a minha dor de garganta, a tosse de cachorro resfriado e as dores no corpo. Era de se esperar que eu tivesse melhorado depois de tantas doses de Targifor C, Valda, Mel com Limão, Própolis, Nisulide... Mas não, a minha única saída para aliviar a dor de garganta que só aumentava com a tosse era beber água, eu tinha bebido pelo menos um botijão o dia todo, e naquele momento eu estava no meu quinto copo sem intervalo para ir ao banheiro.
- Aline, eu cheguei mais cedo para a gente ir ao médico. - Papai me informa.
- Ao médico? - Fiz uma careta. Idas ao médico... Na maioria das vezes eu só ganho uma receita para tomar mais remédios.
- É. - Ele confirmou o que eu mais temia, era como se eu fosse o Darth Vader e o Conde Dookan estivesse me obrigando a chegar perto de um vulcão, ou algo assim... Ok, péssima analogia. - Troque de roupa.
Mas que droga, e eu ainda ia ter que tirar meu pijama de flanela verde-limão e estampa de sapo (Tipo o Darth Vader tendo que tirar o pinico da cabeça e a armadura de latão).
Enfiei-me no Jeans e coloquei a minha camisa favorita (uma que tem sapatilhas de balé feitas de lantejoulas dando uma espécie de efeito 3D) desci no elevador e entrei no carro.
- Pai, eu preciso ir ao banheiro. - Eu disse quando estávamos nem na metade do caminho. - Lá tem, né?
- Tá brincado? - Ele riu. - Tem um logo na entrada.
Infelizmente eram 19:00 horas e todo mundo parecia ter resolvido ir na direção daquele hospital porque o trânsito naquela avenida-que-eu-não-sei-o-nome estava incrivelmente parado. E como se a demora já não fosse um fator agravante, todas as arrancadas do carro quando o sinal abria, ou quando o carro da frente andava, pareciam comprimir minha bexiga.
- Pai, eu bebi muita água hoje, por conta da garganta. - Eu falei com uma voz quase inaudível por conta da dor de garganta (exatamente como a voz do Darth Vader). - Eu acho que não vou aguentar.
- A gente já está chegando. - Papai disse rindo.
Ok, as semelhanças com o Darth Vader poderiam vir a calhar se ao invés de estar respirando pela boca - nariz entupido - eu estivesse com aquele penico na cabeça.
Quando finalmente chegamos ao hospital e meu pai estacionou o carro eu tentava não sentir alívio, porque minha bexiga estava tão cheia que qualquer sinal de alívio ia fazer ela despencar e eu ficar toda molhada.
- Pronto. - Papai disse abrindo a porta da recepção do hospital e apontando para uma porta. - O banheiro é ali.
Eu senti todas as pessoas sentadas na sala de espera da emergência olhando para mim.
Ah, Deus. Qual é o problema com a sensibilidade masculina?
Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota. Eu.Sou.Uma.Idiota.
Por favor, não pergunte porquê.
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