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Quem sou eu?

Quem sou eu? De onde vem o Mundo? Para onde vamos? Eis aqui as três perguntas mais questionadas desde que o homo, era sapiens. O que parece ser perguntas simples e idiotas se tornam a grande questão da humanidade. Para um filosófo, o seu grande questionamento é saber quem ele é, e para quê está aqui, e de onde vem o mundo. Eu, de certo, não sou filósofa. Mas não vou mentir que o "Trio Ternura" vem simplesmente tomando conta da minha consciência nesses últimos meses. Sabemos quem queremos ser, mas não sabemos quem somos. Eu, por exemplo, tenho um leve vislumbre de quem eu realmente gostaria de ser, e nada disso envolve riqueza, beleza, e homens à meus pés. A única coisa que eu realmente almejo, é o que nunca atingirei. Acontece que eu sinto a necessidade de ser querida por todos. O que é humanamente impossível. Na realidade, é até divinamente impossível. Porque nem Deus, que é Deus atingiu tal proeza. Falando sério, eu tenho os meus momentos de cortar relações com o divino, já cheguei a ter brigas feias com o dito cujo, mas sempre volto e estou lá, dizendo um: "Foi mal aí, eu pedi por isso". Mas não existem os ateus? Existem sempre prós e contras na nossa personalidade, coisas que agradam os outros e coisas que desagradam. Eu sei disso tudo, mas quem disse que entra na minha cabeça? É como se eu tivesse um bloqueio, ou algo assim, como se toda vez que eu compreendesse tal lógica um buraco negro no meu cérebro se abrisse e sugasse tudo aquilo que eu entendi.
Os erros não nos tornam más pessoas, pelo contrário, quando os juntamos com o que aprendemos, eles se tornam acertos. E isso é o que faz de nós pessoas, estarmos sempre em busca de algo, de quem somos, de onde viémos, para onde vamos.