Feliz Ano Novo! O post abaixo é apenas mais um desabafo de uma mente frustrada, ignorem que isso tenha vindo no primeiro dia do ano, já podemos perceber que ele começou com o pé direito...
Ao longo da vida a gente toma muita coisa como base para formar nosso caráter, nós seguimos crenças, exemplos e sonhos que acreditamos terem todo o suporte para nos transformar no ser humano que queremos ser no fim da vida. Eu, por exemplo, passei por diversos personagens durante esses 15 anos e 4 meses, já quis ser "
Poliana", "
Sara", "Sakura", "Hermione", "
Lizzie", e várias outras que não valem a pena mencionar. Mas no final das contas, percebi que não adiantava perseguir tal meta (a de ser um personagem fictício criado por outra pessoa) porque eu nunca seria boa o suficiente, perfeita o suficiente, irreal o suficiente.
Parei de agir da maneira como pensei que elas agiriam e parei de pensar da maneira como elas pensariam. Fosse o que fosse necessário eu queria ser eu mesma, e queria que todos gostassem de mim. Fiz de tudo, me submeti a fazer tudo o que me mandavam, assentia com tudo o que dissessem. Mas aquilo não era quem eu queria ser.
Parei com a visão utópica de que um dia conciliaria ser eu mesma e ser quem os outros queriam que eu fosse.
Eu queria ser amada, queria ser adorada por todos ao meu redor, mas se isso requeria que eu fugisse dos meus princípios e seguisse outra linha de raciocínio, eu estaria disposta a me perder para ser aceita? Por que ser amada importaria tanto? Não acho que valha a pena conviver com pessoas que não te aceitam como você é, que te impõe coisas absurdas, que riem de você quando alguém cospe na sua testa, que não te apóiam, que não escutam a sua
real opinião. E quando você tenta se expressar, a única resposta que ganha em troca é
humilhação.
Qual humilhação é pior: ser você mesma ou se submeter a ser quem os outros querem que você seja?
P.S. Estou preocupada com a Giovana, ela não responde as minhas mensagens de celular. Alguém, pelo amor de deus tem notícias dela????
PROFILE
all about the girl who came to stay

No dia 1 de Setembro de 1993 nasceu em João Pessoa, capital do estado da Paraíba, um protótipo de ser humano do sexo feminino com 3,350kg e 48cm.
15 anos depois aqui está ela, morando em Recife - PE, com exatos 100cm a mais e um cabelo mutante. Seus gostos são bastante peculiares, é viciada em livros, período medieval, ficção, romances do séc. XVIII E XIX,
Greenpeace, ativismo e corujas. Não tem o menor senso de humor e se pudesse faria um implante de cérebro imediato. Não come carne, por isso NUNCA - eu digo NUNCA MESMO - ofereça isso a ela, ela negará e não se sentirá ofendida, mas internamente
vai tentar te persuadir a nunca mais tocar num pedaço de filé mignon. Almeja internamente ser escritora, mas pretende cursar Física na Universidade com ênfase em Física Quântica. Em breve,
muito em breve estará morando na bretanha onde encontrará com o
Jim Sturgess e eles se casarão imediatamente e selarão o laço amoroso que os envolve (Ok, viajei nesse último).
Autores Favoritos: Jane Austen, Stephenie Meyer, J.K. Rowling, Meg Cabot, Machado de Assis, Irmãos Grimm, Hans Christian Andersen, Eleanor H. Porter, William Shakespeare, Frances Hodgsron Burnnet, José de Alencar, Ariano Suassuna, Charlotte Brontë, Emily Brontë, etc.
Músicos Favoritos: The Beatles, McFLY, Beach Boys, Rooney, The Beautiful Girls, Dashboard Confessional, Lifehouse, Johnny Clash, The Clash, Cold Play, Plain White T's, Son of Dork, Busted, The Kooks, Jet, Bob Dylan, Rolling Stones, etc.
Séries Favoritas: Supernatural, Chuck, Gossip Girl, Moonlight, Reaper, Grey's Anatomy, Greek, Skins, Eli Stone, The Mentalist, Eleventh Hour, Stargate SG1, Bones, The O.C, Pushing Daisies, etc.
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Feliz Ano Novo! O post abaixo é apenas mais um desabafo de uma mente frustrada, ignorem que isso tenha vindo no primeiro dia do ano, já podemos perceber que ele começou com o pé direito...
Ao longo da vida a gente toma muita coisa como base para formar nosso caráter, nós seguimos crenças, exemplos e sonhos que acreditamos terem todo o suporte para nos transformar no ser humano que queremos ser no fim da vida. Eu, por exemplo, passei por diversos personagens durante esses 15 anos e 4 meses, já quis ser "
Poliana", "
Sara", "Sakura", "Hermione", "
Lizzie", e várias outras que não valem a pena mencionar. Mas no final das contas, percebi que não adiantava perseguir tal meta (a de ser um personagem fictício criado por outra pessoa) porque eu nunca seria boa o suficiente, perfeita o suficiente, irreal o suficiente.
Parei de agir da maneira como pensei que elas agiriam e parei de pensar da maneira como elas pensariam. Fosse o que fosse necessário eu queria ser eu mesma, e queria que todos gostassem de mim. Fiz de tudo, me submeti a fazer tudo o que me mandavam, assentia com tudo o que dissessem. Mas aquilo não era quem eu queria ser.
Parei com a visão utópica de que um dia conciliaria ser eu mesma e ser quem os outros queriam que eu fosse.
Eu queria ser amada, queria ser adorada por todos ao meu redor, mas se isso requeria que eu fugisse dos meus princípios e seguisse outra linha de raciocínio, eu estaria disposta a me perder para ser aceita? Por que ser amada importaria tanto? Não acho que valha a pena conviver com pessoas que não te aceitam como você é, que te impõe coisas absurdas, que riem de você quando alguém cospe na sua testa, que não te apóiam, que não escutam a sua
real opinião. E quando você tenta se expressar, a única resposta que ganha em troca é
humilhação.
Qual humilhação é pior: ser você mesma ou se submeter a ser quem os outros querem que você seja?
P.S. Estou preocupada com a Giovana, ela não responde as minhas mensagens de celular. Alguém, pelo amor de deus tem notícias dela????