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Sete Vidas, A Profecia Celestina

Bom, depois de ter a minha infância completamente destruída, esmagada e pisoteada graças ao filme Sete Vidas (não que eles tivessem tido essa intenção) eu finalmente tomei coragem para vim falar sobre ele por aqui. E falar sobre este filme é exatamente como pisar em um campo minado, porque a qualquer momento é possível que você deixe escapar como a história termina. Isso acontece porque o filme só faz sentido no fim. O início é muito confuso, mas quando isso acontece sempre tem um propósito, e exatamente como a eu advinhei o final do filme. Não é difícil de ser deduzido, mas te deixa na expectativa de descobrir se é isso mesmo. Já que o filme é cheio de segredos e incertezas. No final das contas, eu realmente gostei, e foi ótimo rever Isabella, Amanda e Thiago. (Graças a Deus, Gordo não foi, porque se não eu teria ficado de vela e a trilha sonora do filme iria ser cheia de "estalinho", não que não tenha sido - graças a Amanda-Thiago - mas seria muito pior.
Advinha só o que eu furtei da estante de livros de Mamãe e Papai? A Profecia Celestina de James Redfield lançado em 1993 que recentemente virou filme - muito bom, por sinal - e relata a aventura de um jovem professor de história que ao entrar em contato com uma velha amiga fica sabendo sobre a descoberta de um antigo pergaminho escrito em aramaico no Peru. A Profecia contém nove visões que podem mudar o destino da Terra, e por isso é censurada por clérigos e representantes do governo. Resumindo, eu estou gostando bastante do livro, mais do que eu gostei do filme - o que não é nenhuma surpresa, dã. Pra quem gosta de aventuras e descobertas espirituais, eu recomendo.

Nem quem assistiu ao filme deve ter entendido porque minha infância foi estraçalhada, o lance é que o filme afirma que cães dinamarqueses vivem 7 anos por conta de cardiopatia... Pela lógica meu tão amado Scooby-Doo não foi o mesmo durante toda a minha puerícia. Parece dramático, mas o Scooby me acompanhou durante todas aquelas tardes que não tinha crianças para brincar comigo, e meu irmão não queria que eu fosse passageira do foguete dele.